Apresentação

Bruno Baketa, 25, carioca, fotógrafo, músico e, claro, Rubro-Negro graças a Joey.

Resolvi fazer esse espaço aqui pra escrever um pouco de tudo sobre qualquer coisa. Qualquer coisa que envolva o mais amado, claro.

Há tempos eu venho sentindo saudade de escrever, mas não sabia sobre o que falar….até que na virada de 2012 pra 2013 eu prometi pra mim mesmo: Esse ano vai ser rubro-negro. Farei o possível para ir ao maior número de jogos do Flamengo e farei um blog falando sobre o mais amado.
Os jogos ainda não começaram, mas o blog tá aqui pronto pra começar.

Com vocês: Camisa 10 da Gávea. Vamo que vamo.

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Ei, teia de aranha…vaza daqui.

fevereiro 11, 2010 Deixe um comentário

Hey!
Olha só quem está escrevendo de novo. haha
Cá estou eu tirando a teia de aranha que já estava tomando conta deste blog. Fazia tanto tempo que eu não passava por aqui que já tinha até esquecido da existência senha desse blog, mas cá estou eu para deixar algumas palavras soltas por aqui.
Desde o último fim de semana que tenho tido vontade de escrever…vontade de colocar pra fora tudo o que eu tava pensando e sentindo. Acho que foi consequência de um sonho que se realizou que, em breve, escreverei sobre isso, mas agora to partindo..deu minha hora.

Beijos e abraços pra quem fica.

Siga-me no twitter: @baketa

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Where the friendship never dies…

setembro 11, 2008 5 comentários

Bonde do pé inchado

“Amigo é uma palavra muito forte”. Li isso hoje no blog de uma amiga ( Layana ) e isso meio que me inspirou a escrever. O motivo nem eu sei, mas uma coisa é verdade …. a palavra ‘amigo’ é, de fato, algo muito forte.
Como julgar alguém um verdadeiro amigo, e não um ‘camarada’? Essa é uma tarefa bem difícil, visto que para a maioria das pessoas o amigo é aquele cara que vai para festinhas, chama pra sair e etc., mas o que o povo não sabe é que nas horas ruins é que os verdadeiros amigos aparecem. De que adianta chamar alguém de amigo se o mesmo, por exemplo, não te dará um ombro amigo quando você precisar chorar, ou não se mostrará presente, caso o mesmo more longe de ti?
Amigo que mora longe? Sim, isso é possível. Há alguns anos eu virei para a Nathalinha – que até então era apenas uma conhecida de internet, e que hoje é uma grande amiga – no msn e perguntei se ela tinha contato de alguém de banda lá de São Paulo, pois minha banda queria fazer shows por lá, e ela me passou o msn do Cab (baterista do 3onfall). Eu e o cara nos demos tão bem que conversamos sobre tudo, menos sobre o que fez com que eu pegasse o msn dele: show da minha banda em SP…hahaha
Logo após ter conhecido o Cab eu conheci o Ganso (vocal/guitarra) e o Giu (baixo/vocal), ambos do 3onfall, e foi aí que minha vida mudou por completo. Esses putos entraram em minha vida e me fizeram ver como é ter amigos de verdade, pois apesar de estarmos longe pra cacete, os caras são bem mais presentes e importantes pra mim que 90% das pessoas que fazem parte do meu convívio diário, não é atoa que desde a primeira vez que eu os visitei, eu tenho uma puta vontade de me mudar para Santo André. Amizade é uma coisa difícil de se explicar e eu não serei louco a ponto de tentar fazer isso, a única coisa que posso afirmar é que hoje eu tenho amigos de verdade, moram longe, mas eu tenho.
Nem todos meus amigos de verdade moram longe, claro. Três moram aqui perto de mim, um (André) é até perto demais, visto que a casa dele é parede com parede com a minha. Crescemos juntos, temos banda juntos (ele é o vocalista da Surfinbirds), um outro (Charuto) eu conheci quando eu andava de skate, isso há uns 8 anos mais ou menos e por último, e não menos importante, a minha noiva, pessoa que é, sem dúvidas, minha melhor amiga.
A minha relação com meus amigos paulistas é engraçada, eu os visito umas duas ou três vezes por ano, mas mesmo distante eu os sinto bem perto de mim, às vezes até mais perto que alguém que está ali conversando comigo em um bar, sei lá, pois eles se fazem presentes, eles se importam comigo, eles deixam bem claro que estão alí pro que der e vier. Uma coisa que eu nunca vou esquecer é de quando minha avó faleceu e o cara que me deu mais apoio e força para enfrentar essa barra foi o Cab, o cara me ligou, me deu força pelo telefone, msn, orkut… sabe, o cara se preocupou. Diferente de algumas pessoas que faziam/fazem parte do meu convívio diário. Não é atoa que eu amo esse puto.
O último reveillon foi, sem dúvidas, o melhor da minha vida. Eu estava em Peruíbe (litoral sul de São Paulo), em uma casa com 40 pessoas, e é claro que eu não conhecia todo mundo lá da casa, só grande parte, mas depois do reveillon elas já fazem parte da minha vida e eu nunca vou esquecer, mas é claro que o melhor do ano novo foi poder passar com três dos meus melhores amigos, amigos esses citados anteriormente.
Muitas pessoas estranham quando eu comento que Cab, Giu e Ganso (juntamente com André e Charuto) serão padrinhos do meu casamento. Estranham pelo fato de três serem de São Paulo e que eles não estão aqui, ao meu lado, todos os dias. Pra mim não importa apenas a presença física, mas sim a de espírito e de coração, e desse jeito esses três putos estão sempre aqui comigo, sempre mesmo, não é atoa que somos a família 3of. Família essa que foi eternizada em meu corpo em forma de tatuagem:
Tatuagem
Já dizia o ALL : “where the friendship never dies”, ou seja, “onde a amizade nunca morre”. E nunca morrerá, mesmo eu estando aqui no RJ e os três, juntamente com a Letícia (outra grande amiga), lá em Santo André, pois amizade de verdade, como a nossa, é eterna.
Um sábio (haha) disse “Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito”, e eles estão, literalmente, guardados no lado esquerdo de meu peito, e de lá nunca mais vão sair.

Hoje sou feliz por poder dizer que eu tenho amigos de verdade, amigos de todas as horas, amigos presentes, mesmo que distantes. Amigos esses que me fazem rir, já fizeram chorar, e continuaram fazendo essas coisas eternamente. Amigos esses que não são só amigos, são irmãos. Irmãos que eu escolhi, e muito bem por sinal.

Vou ficando por aqui.. já escrevi demais.
Aproveito o fim deste post para dizer: Amigos¹, MUITO obrigado por vocês existirem. Amo vocês… de verdade. : )

(¹) Lyl, André, Bruna, Charuto, Cab, Ganso, Giu, Lorraine, Letícia e Nathalinha.

(**)Aqui no Rio eu tenho ótimos amigos(as) também. Lyl (minha noiva), André, Charuto, e Lorraine. Quatro pessoas (além da minha família, claro) que são realmente meus amigos, pessoas que eu não poderia deixar de citar, mesmo meu post sendo, em sua maior parte, sobre meus amigos de Santo André. Fica aqui minha lembrança e pequena (realmente) homenagem à vocês, meus amigos que eu amo demais.

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A saudade dói demais…

agosto 15, 2008 1 comentário

Lidar com a morte é algo difícil, por mais que faça parte da ordem natural da vida. É muito difícil você ver alguém que você gosta partir e ter certeza de que nunca mais irá ver essa pessoa, pior ainda é o pai enterrar o filho, isso vai completamente contra a ordem das coisas, pois o filho que enterra o pai e não o contrário. O ‘enterrar’ é difícil, e quando enterram algum ente querido a gente sente que ‘enterraram’ uma faca em nosso coração, que agora sangra e sofre sem parar.
Ontem ( 14/08 ) meu primo Leonardo faleceu aos 24 anos em um trágico acidente de moto quando ia para o trabalho. Léo deixou pai, mãe, dois irmãos, esposa e um filho de 3 anos, (sem contar com os demais parentes e amigos, claro). Léo sempre foi especial, sempre foi querido por todos que já o tiveram em sua vida em algum momento. Eu, por exemplo, nunca mais me esquecerei de meu ‘irmão torto’ que ia me buscar na escola quando eu era criança e que, sempre que possível, ia me visitar e passar fins de semana lá em casa. Lembro de quando a gente ficava horas e horas sentados à frente da TV jogando vídeo-game. Era muito bom, mas infelizmente isso não tem mais volta e dói demais. Dói demais perder alguém que a gente ama e admira.
Há alguns anos meus tios e meus primos saíram de Vila Rosali e foram morar em Cabo Frio, desde então encontrar meu primo era quase um milagre. Nunca fui para Cabo Frio visitar a família, pois não tinha como ir, e era muito raro eles virem ao RJ, então já dá pra saber, mais ou menos, o que sinto nesse momento, né? Por mais que não nos víssemos, nós nos falávamos sempre que possível e eu sempre falei de ir lá, e ele sempre falou pra eu fazer um show com minha banda lá na casa dele, que o importante era estar por perto para a gente se divertir, como sempre fazíamos juntos.
Infelizmente não tive essa oportunidade, infelizmente não tive a chance de me despedir de meu primo, meu amigo e irmão. É triste e dói demais….dói demais….
Hoje foi o enterro e eu não consegui olhar pela janelinha do caixão (sim, só tinha a janelinha….e era só o ‘rosto’ que aparecia … (rosto está entre aspas porque, pra mim, aquele não era o Léo….não mesmo. O corpo teve de ser tampado e o rosto ‘reconstruido’, tamanha foi a violencia do acidente. – léo foi derrubado por uma van e atropelado, na cabeça, por uma honda bis).
Não olho no caixão, nunca olhei. A imagem que quero guardar de você, meu irmão, é daquele garoto arteiro e protetor que você sempre foi.
Hoje foi um dia difícil, muito difícil, e domingo que vem ( 24/08 ) será outro dia MUITO difícil, pois Leonardo completaria 25 anos.
A dor é grande e a saudade também.
Porque Deus faz isso com a gente, hein? Porque tira de nós alguém tão especial, bom e cheio de planos como o Léo? Se realmente existe um Deus, ele não gosta muito da gente não. Ele nos abandonou.

Saudades eternas, irmão torto. Eu te amei, te amo e sempre te amarei.
Você estará sempre em nossos corações.
Te amo, cara.
Saudades. =~~

R.I.P.

LEONARDO PONTES

* 24/08/1983
+ 14/08/2008

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Livro…

julho 10, 2008 3 comentários

Quem nunca ouviu aquela velha frase: “Para ser feliz, todo homem tem que plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho”? Pois é, mas não vale plantar maconha, escrever livro de culinária e nem adotar….
Eu plantei uma árvore quando criança – isso fora o feijão no algodão, claro – e agora, depois de ter escrito o post aqui de baixo, eu acho que finalmente conseguirei colocar em prática uma vontade já antiga: escrever um livro. Assumo que não fui uma criança fanática por leitura, mas com o passar do tempo eu acabei pegando o gostinho quando tive aulas de literatura na minha oitava série e isso só aumentou depois de eu ter começado a estudar Comunicação e ser obrigado ter que ler diversos textos, um depois do outro.
A minha idéia antiga para o livro era fazer uma autobiografia com um leve toque de ficção, mas resolvi mudar de idéia e a história é completamente fictícia (embora o personagem tenha um “quê” de Baketa pelo fato de ser baterista de punk rock =X, mas só também.. eheh). Não vou adiantar a história não, apesar de ter falado do personagem, mas o roteiro já tá 85% finalizado, só faltam uns pequenos ajustes aqui e alí, além de separar por capítulos, claro. Após o fechamento do roteiro eu vou dar início ao processo e é bem capaz de eu jogar alguns trechos aqui pra ver se tá ficando bom ou não.
É, agora só vai faltar ter filhos, mas nada que mais um pouco de tempo não resolva, né amor? : )

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Vamos fazer um filme?

julho 10, 2008 3 comentários

Ontem eu estava revirando arquivos antigos no meu computador e encontrei uma imagem (que não postarei aqui, infelizmente) que fez bater uma nostalgia danada, mas que me fez mudar um pouco a visão que eu tinha sobre algumas coisas.
Eu e uns amigos meus, lá no fim da longínqua década de 90, nos juntamos pra fazer um filme, a idéia e o nome (Merda Acontece) eram – e são até hoje – muito idiotas, mas a gente achava que seria demais. Infelizmente a gente não gravou, os anos foram passando e a idéia de fazer um filme caiu no esquecimento….ou não. Por volta de 2002 (ou 2003?) a idéia do filme voltou a nos assombrar e resolvemos juntar todo mundo e tentar gravar, mas o roteiro tinha mudado e as idéias também, claro que as influências de filmes mais atuais e efeitos especiais da época estam nos inflenciando.
Já com o novo roteiro na mão, lá fomos nós colocar isso em prática. A idéia do filme era sobre um rapaz que, ignorado por todos os amigos, fica maluco e começa a conversar com um cocô. É, isso mesmo. Idiota, não? haha. Ele fica louco e “convoca” o “marrom” para ser seu braço direito, não é atoa que ele o carregava no ombro. Já alucinado e carregando um cocô no ombro, Cláudio (nome do ator E do personagem) começava sua jornada de sangue e ia matando a todos com uma COLHER. Sim, uma colher. Porque não? Ele era o serial killer mais estranho de todo o universo. O filme todo se passava em apenas uma rua e as cenas eram dividas entre duas casas: a minha e a do meu vizinho. Esse meu vizinho – André, vocal da SURFINBIRDS – fazia TODOS os figurantes e isso era bem legal. Uma cena que a idéia era bem idiota e que ficou bem legal, era uma em que rolava uma perseguição de carros, mas calma que a gente não foi contra a lei, os carros eram de controle remoto hehehe.
Essa era uma época onde os filmes trashs reinavam e eu me divetia bastante vendo os filmes da Pepa Filmes e outras “produtoras de filmes trash”. Acredito que essas idéias um tanto quanto idiotas da minha “infânciolescência”* – junto com o fato de, na época, jogar RPG – contribuiram para a evolução da minha criatividade. O bom de crescer e amadurecer é ver que coisas que nós julgávamos – e julgamos até hoje, quem sabe? – idiotas tiveram a sua contribuição no nosso crescimento, e talvez até na escolha de nossa vida profissional, ou vocês acham que eu quero fazer Jornalismo Cultural só pra ir pra ver shows e filmes na faixa?

*infânciolescência = fase de transição da infância para a adolescência (ooohhhh)

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Luta por status.

julho 3, 2008 1 comentário

Padaung (ou Kareni) é uma tribo indigena de Mianmar (antiga Birmânia) onde as mulheres, em sinal de beleza, desde jovens, usam anéis de cobre no pescoço (sim, aqueles estranhos) e, para eles, quanto mais alto o pescoço, mais bonita é a mulher. Hein? Cuma? Eu acho que quanto maior o pescoço, mais estranha fica, mas enfim…
Já na China, a gente ainda encontra mulheres que tiveram os ossos de seus pés quebrados quando eram jovens para o pé parar de crescer, pois o pé pequeno era sinônimo de graça e beleza(?) para as antigas sociedades da China, sem contar que as chances de alguma garota fugir de casa diminuiam consideravelmente.
O que esses dois fatos tem em comum: Nada mais e nada menos que a guerra por status. Outro exemplo – não tão radical – é fazer uma comparação entre os jovens dos dias de hoje. Volta e meia, mesmo sem perceber, as pessoas estão brigando entre si para mostrar quem é “melhor que o outro” por conta das coisas materiais, mas esquecem o mais importante: o ‘eu’ interior que sempre fica largado de canto quando a discussão é sobre quem tem mais ‘o que’ ou ‘o que’ do outro é mais caro, mas pra que se preocupar em ser alguém com cérebro e ligar para o seu carater e dignidade quando se pode comprar uma camisa da Quicksilver, Billabong e Cavalera para se sentir melhor que os outros, né? Bobeira, po.
Outra coisa que eu acho incrível é essa mania de grandeza das pessoas. Quantas vezes nós já nos deparamos com alguém em um Fiat147 com um som – que vale 1000x mais que o carro – no último volume? Engraçado que essas pessoas sempre reclamam que estão sem dinheiro, mas quando tem, gasta com besteira.
Por que não comprar um carro novo e melhor? Ter um som mais potente e botar o Funk do Créu no último volume não irá te tornar uma pessoa melhor, mas sim em um cara chato pra caralho que só usa o carro pra ouvir “música”, porque ele nem sai do lugar mais de tão velho que é. Torno a dizer: Porque não comprar a droga de um carro mais novo e ‘mais-meió-pra-lá-de-bão’ ao invés de investir em um som gigantesco que mal vai caber no seu cacareco de quatro rodas (isso se não tiver nenhuma faltando).
Status nada mais é que comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar para gente que você não gosta, uma pessoa que você não é. Pra que isso? Pra amanhã um novo modelo de celular ser lançado e você ficar novamente fora de moda?
Na hora de escolher minhas roupas, eu escolho alguma que eu ache legal – independente da marca – e que caia bem em mim. Tenho tanto roupas da Riachuelo quanto da Eckö, mas não uso isso para me diferenciar de ninguém, mas sim pra me vestir. Roupa é roupa, independente de marca. Com o celular a história se repete, pois eu só quero que ele faça as funções básicas dele: fazer e receber ligações, nada mais que isso.
Se essas pessoas deixassem um pouco de lado essa guerra por status e desenvolvessem um pouco mais de cérebro, talvez não fosse mais preciso dirigir por aí com as janelas fechadas, a fim de bloquear a entrada do som daquelas “músicas” e essas pessoas parariam de falar que uma é melhor que a outra porquê tem a camisa da Coca-Cola que saiu um mês depois da que a outra pessoa tá usando.
Foda-se o que você veste, usa e tem. O que importa de verdade é o seu ‘eu’ interior e não esse bando de coisa material que você vai deixar aqui quando esticar as canelas. Ninguém vai lembrar de você pelo que você tem, mas sim pelo que você foi.

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