Novidades

Agosto 27, 2007 por Bruno Mendes

Salve, salve!
Eae galerinha mais ou menos. Tudo certo?

Vocês sabem o que é você visitar um site por quatro, cinco anos seguidos e “DE REPENTE” seu nome aparecer na lista de colaboradores? Pois é, eu sei como é.
Desde a última semana que eu ando com contato com a editora do PUNKNET e, depois de ela me enviar uma pauta para matéria e eu terminar a mesma, eu fui cadastrado e virei colaborador do site.
Sei que pode parecer pouca coisa para vocês, mas para mim, que visito o site todos os dias há quatro anos, foi o máximo. Estou feliz demais por fazer parte de algo que jáé parte da minha vida. Agora poderei falar de música e sei que tem gente que vai ler e se interessar por isso.

Já fiz uma matéria e postei três notícias. Estou também preparando uma entrevista com o The Queers (uma das minhas principais influências. – a principal depois do Ramones – ). Imagina o quanto eu to feliz, né? To até postando aqui … ahaha

Bom, é isso ae..
Quem quiser conferir é só entrar em www.punknet.com.br e ir acompanhando. :)

Let’s rooooock !!!!!!!

Estressado com o divórcio, alemão serra casa ao meio

Agosto 27, 2007 por Bruno Mendes

O alemão Andreas, 43, teve um ato de justiça salomônico. Irado com a novela da separação de bens durante o processo de divórcio iniciado por sua ex, Ramona, ele perdeu as estribeiras e, com uma serra elétrica, literalmente partiu em duas a casa pré-fabricada em que o casal morava.

Depois de cortar milimetricamente em dois o antigo ninho de amor, Andreas meteu a sua parte em um caminhão e se mandou.

E assim acabaram-se seis anos de felicidade conjugal.

Ramona disse à polícia que o seu ex-marido cometeu um ato precipitado, uma vez que ela já teria aceitado que a casa ficasse com ele.

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É isso que eu chamo de separação de bens. ahhahaha

A primeira vez é inesquecível…

Abril 18, 2007 por Bruno Mendes

A primeira experiência como repóter de uma revista a gente nunca esquece, muito menos se essa experiência for em um lugar bizarro, com pessoas medonhas que fazem você ficar com medo até de respirar perto delas, pois pode parecer ofensa, sei lá.

Hoje eu e o meu camarada Paulo Santos (fotógrafo) fomos para Pilar, próximo à Caxias, aqui na Baixada Fluminense mesmo. 1h de busão e você já está lá, assustado e com a maior vontade de ir embora que você poderia sentir na sua vida.
O que fomos fazer lá? Pois então, a revista Baixada Verde (revista da ONG Onda Verde – http://www.ondaverde.org.br ) está fazendo uma matéria sobre o Rio Iguaçu, um rio que tem um histórico super interessante e é muito importante para a história de Nova Iguaçu e eu e o Paulo fomos para lá terminar essa matéria com o único trecho que faltava: O encontro do Rio Iguaçu com o Sarapuí.
Ao chegar no local já nos deparamos com o mau-cheiro que vinha do rio, que atualmente é um valão e, para completar a festa, o povo todo mau-encarado e lugar muito barra-pesada. É, a vida de repórter não é fácil, mas esse é nosso trabalho e não poderiamos desistir, muito menos eu que estava fazendo meu primeiro trabalho para a revista. Não podemos nunca perder a oportunidade, mesmo que tudo seja contra o que você foi fazer. Nosso primeiro contato foi com uns peões que estavam em uma obra próxima à ponte e, como já era de se esperar, a recepção deles não foi das melhores, assim como a de todo o resto do povo com quem falamos. Nós chegamos a tentar dar uma volta para ver se achava mais alguém, mas a rua era de dar medo, então nós preferimos não seguir muito para não correr nenhum tipo de risco.
Um rapaz que estava bebendo em um boteco veio perguntar o que queríamos e eu expliquei que somos de uma revista (mostrei a revista) que está fazendo uma matéria sobre o Rio Iguaçu desde a nascente até a sua foz e eu vi uma certa empolgação para com a matéria, mas quando falamos de entrevista ninguém se prontificou a fazê-la. Por que? Bom, um dos rapazes que falou conosco chegou a perguntar em determinado momento se isso era alguma coisa de política e nem com a resposta sendo negativa o povo quis dar a entrevista, a não ser que a mesma fosse sem identificação, o que não nos interessava. O Paulo, depois de 20 minutos no local, já estava desesperado para vir embora, assim como eu, e correu para tirar umas fotos e depois paramos novamente para conversar com o povo. Eu peguei meu MP3 player e liguei o REC para gravar a conversa. Jornalista previnido é outra coisa mas, para a minha surpresa, um dos rapazes disse “Desliga isso aí, cara!”. Quem sou eu para contestar? Lugar barra-pesada, bêbado com cara de maníco, eu só respondi “É claro, chefia. Relaxa”. Fala sério, tenho amor à vida.

Depois de muito papo com um bêbado paraíba, um bêbado carioca, a dona do boteco e muita sensação de que ia acontecer algo ruim, eu e o Paulo viramos e tomamos o rumo do ponto para pegar o ônibus de volta para casa. Não conseguimos fazer nenhuma entrevista, afinal, nós não estávamos nem sabendo como chegar nas pessoas por temer as reações das mesmas. Vai que acham que a gente é algum X9, ou até mesmo coisa de político como disse o bêbado paraíba? Foi melhor não ter arriscado, mesmo que isso tenha implicado em deixar a matéria sem o incremento que seria a entrevista com algum morador da região.
Mesmo tristes por não termos conseguido as entrevistas e sido prejudicados pela chuva que atrapalhou consideravelmente as fotos, eu e o Paulo pegamos o caminho da roça e eu fui fazendo algumas anotações no caderno para não esquecer de nada na hora de redigir a matéria. Conseguimos um conteúdo razoável de informações para a matéria que entrará na edição desse mês.

Apesar de pegar aquela chuva desgraçada, de morgar dentro do ônibus, de ir para um lugar no qual eu me senti ameaçado por tudo e por todos e de ficar ouvindo um paraíba bêbado enchendo a porra do meu saco, eu estou bem feliz com isso tudo. Sim, feliz, pois foi meu primeiro trabalho oficial para uma revista.

A experiência valeu muito à pena para mim e eu estou bem feliz com o resultado. Não foi só minha primeira reportagem, foi minha primeira reportagem e já foi cheia de fortes emoções, cheia de adrenalina e eu com a moral de virar pro povo e falar “Olá, sou repórter da revista Baixada Verde e estou aqui para fazer uma matéria sobre….” é uma sensação única.

É, a primeira vez é inesquecível…

Primeiro tempo…

Março 4, 2007 por Bruno Mendes

flamengo

Hoje tem, hoje tem. Hoje é o primeiro tempo da final da Taça Guanabara e nós Rubro-Negros já estamos nos preparando para ver a nação em polvorosa gritando “É campeão”. Tudo bem que estamos sem o nosso maior ídolo de todos os tempos da última semana, Obina, mas garanto que Roni e Souza podem vir a correponder às nossas expectativas e nos dar essa felicidade de ser campão mais uma vez.
Passar pelo bacalhau imundo já foi uma vitória e tanto, afinal, passar pra final em cima do maior rival é gostoso em dobro e nós estamos com um gás a mais dando apoio para o nosso tão amado, o mais amado do mundo. Daqui a pouco o jogo com o Madureira tá começando e eu estarei ligadão na TV, tomando minha cervejinha e torcendo enrolado na bandeira, sim, eu sou torcedor fanático. Infelizmente não pude comparecer ao Maracanã hoje, mas creio que no segundo jogo eu consiga minha vaga lá na arquibancada verde, meu lugar preferido, junto com a grande torcida Fla-Manguaça e estaremos todos no fim do jogo gritando “É CAMPEÃO, PORRA”.
Assumo que tenho um pouco de medo do Madureira pelo fato de eles terem dado uma goleada no nosso último encontro, mas nós estávamos exaustos porque tinha rolado jogo na Bolívia pela Libertadores poucos dias antes e a diferença de altitude era absurda, o que é aceitável e compreensível e hoje não tem pra eles não, vamos com tudo e revidar o mal que eles nos fizeram.
Essa torcida linda registrada na foto acima, estará presente hoje fazendo o seu melhor e dando força para que o mais amado faça sua parte e nos dê essa alegria de já sair com vantagem desse primeiro jogo da final, que promete ser a melhor final de campeonato carioca dos últimos 4 anos.
A Nação Rubro-Negra é composta por, mais ou menos, 33 milhões de pessoas e se todas elas resolvessem formar um país, seria do tamanho de uma Argentina e se ficarem lado podem dar uma volta inteira no planeta. Tem noção do que é isso? Pois é, essa é a Nação Rubro-Negra, a torcida do clube mais amado do mundo.

Fico por aqui, indo ver o jogo.

Sorte pra gente..

OHHHHHHHH MEU MENGÃO, EU GOSTO DE VOCÊ
QUERO CANTAR AO MUNDO INTEIRO A ALEGRIA DE SER RUBRO-NEGRO
CONTE COMIGO MENGÃO, ACIMA DE TUDO RUBRO-NEGRO
CONTE COMIGO MENGÃO, ACIMA DE TUDO RUBRO-NEGRO

Cobra-Coral, papagaio vintém
vestiu RUBRO-NEGRO não tem pra ninguém !!!!

Coupe du Monde..

Junho 12, 2006 por Bruno Mendes

As pessoas geralmente me criticam por gostar do futebol Argentino,dizem que não sou patriota e a partir disso fiquei a me perguntar “o que é ser patriota?”.

Ser patriota é….:
Em época de Copa do Mundo torcer pro Brasil, pintar a rua e pendurar bandeirinha?

Eu sinceramente acho que isso não é ser patriota não!

Isso pra mim é o chamado ‘patriotisme de Coupe du Monde’, porque é todo mundo patriota na Copa, daí a Copa do Mundo acaba e volta todo mundo a falar que o país é uma merda, que não suporta isso aqui, que o pais nunca irá pra frente e não sabem nem cantar o hino nacional. Pois é, você conhece algum patriota que não saiba cantar o hino nacional? Porque eu, sinceramente, desconheço!

Eu estou sendo bem sincero, não que eu esteja torcendo contra o Brasil, não é isso. Eu só não to gostando desse clima de Oba-oba e “já ganhou” que está tomando conta da seleção e do país, acho que eles deveriam ser mais humildes e jogar futebol mais sério.
Torcer torcer mesmo só pro meu Mengão! =)

Eu gosto do futebol argentino pela raça e técnica que os caras jogam. A vontade de vencer não se compara com nenhuma seleção do mundo que eu vi jogar, tirando a nossa seleção de 94 que era muitíssimo limitada e acabou campeã, mas reparem na vontade de vencer que os caras tem, do orgulho que eles tem de vestir a camisa de seu pais, mesmo tento um futebol inferior ao nosso, mas mesmo assim tão competente quanto e que não são patriotas de Copa do Mundo, porque se roubarem R$ 1 público lá o povo vai pra rua e quebra tudo até o governo devolver, equanto aqui o povo fica esperando a boa vontade dos caras pra fazer isso.

Enfim….falando de futebol….

Amanhã tem jogo do Brasil, logo, é dia de ir para o bom e velho buteco do Ananaias e curtir o jogo por lá. Buteco do Ananias e futebol é uma boa combinação, sabiam?! hahaha

Brasil, não decepcione. Tem uma porrada de ‘Patriote de Coupe du Monde’ aqui torcendo por você! ( mereceu a riminha, vai! =P )

e..como eu quero muito mesmo que a Argentina se de bem no mundial…
Go Argentina, go!

Rumo ao Tri!!!!!!

Artistas de rua…

Abril 8, 2006 por Bruno Mendes

Parar no sinal hoje em dia é como estar em um circo, cheio de malabares, mágicos (os vendedores de pipoca que brotam do chão)e, é claro, os palhaços. Aliás, palhaço é o que mais tem no trânsito.

Eu já cansei de ouvir piadinhas a respeito de malabarismo no sinal, sempre que eu falo algo sobre eu fazer malabares alguém solta a piadinha mais sem graça e mais clichê existente: “Vai pro sinal pedir esmola?”, mas o pior não é fazer a piadinha sem graça, mas sim achar graça dessa situação.

Malabarismo é uma arte, arte essa que está sendo banalizada não só pelo governo mas também pela população fútil e vazia das grandes e pequenas cidades. Esses jovens que fazem malabares nos sinais são grandes artistas, além de grandes lutadores. Eu fico abobado ao ver esses jovens fazendo malabares com a maior facilidade e sei muito bem que não é nada fácil, demorei muito tempo para aprender o que sei, mas eu faço para me divertir, divertir amigos e também por achar que além de expressar sentimentos, é um meio de extravazar a criatividade e eles fazem por necessidade, para ganhar algum dinheiro para se alimentarem, e é nessas horas que penso em quanto o governo é burro.

Vivem falando que não se deve dar esmolas para as crianças de rua, senão vão ficar mal acostumadas e não sairão mais das ruas e bla bla bla, mas eles não fazem porra nenhuma para ajudar as crianças. Eu particularmente acho que deveria ser criado um projeto cultural nas cidades, onde esses jovens malabares e outros artistas de rua expressariam sua arte em eventos, pois creio que assim eles além de saírem das ruas, ou ao menos dos sinais, fariam jus, nesse caso em específico, à arte dos Malabares e seriam vistos como artistas, o que eles são de verdade e ninguém pode negar, muito menos você que não acha malabarismo uma arte mas é tão futil e vazio(a) que acha que micareta é o que há, que malhação dita moda e que quem não a segue é um zé mané alienado (sendo você o alienado que passa horas em frente a caixa preta da alienação) e acha que funk é música. (Ai caralho, onde esse mundo vai parar?)

Enfim, pra você malabarismo não é arte? Que pena, mas para mim é e garanto que para vários outros também.
Existem vários artistas de rua, pode ser tanto os malabares quanto os vitrine-vivas, estátuas, imitadores, enfim, existe uma infinidade deles. Todos são artistas e trabalham na rua por ser a unica opção para ganharem dinheiro e não morrerem de fome.

Eu sou à favor da criação de projetos culturais para a valorização dos artistas de rua que são guerreiros e lutam dia-a-dia contra a tristeza e a diferença social imposta pelo mundo capitalista de merda e nos divertem com sua arte.

Fica aqui meu desabafo.

Malabarismo é arte. Valorize!!

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# A propósito, odeio pessoas fúteis e vazias #

Livre-se da vida rotineira

Março 25, 2006 por Bruno Mendes

Todo dia é igual. Apenas nós podemos fazê-los diferentes, mas, a pergunta é: “Como?”.

Como nós podemos fazer todos os nossos dias diferentes? Como nós podemos mudar nossa rotina todos os dias para fazê-los diferentes?

Nós podemos realmente mudar toda nossa rotina? Sim, podemos e a única coisa que precisamos é vontade. Vontade de ter dias melhores, de ter uma vida melhor só depende de nós mesmos, pois tudo é resultado de nossas atitudes. Não espere nunca que alguém possa fazer isso para você. Conhece o famoso “faça você mesmo”?, então, é assim que tem que ser, você é capaz. Comece pelo básico para não se assustar. Ao acordar, tome seu café normalmente, mas varie um pouco, não coma sempre a mesma coisa, sentado no mesmo lugar, mude. Durante o resto do dia procure agir de forma amigável com tudo e com todos, fazendo cada dia se tornar especial e não mais um dia normal como os outros. Lembre-se sempre que as atitudes é que fazem nossa vida ficar comum, e tudo que é comum é chato, rotina é chato, então, mude suas atitudes da melhor maneira possível. Não importa qual atividade que você pratique durante o dia, não importa se é trabalho, colégio, exercícios, tudo necessita, e muito, de paciência e bom humor. Seja sempre amigável com os outros.

Sair mais e para lugares diferentes, é claro, ajuda bastante na mudança, ou você vai querer passar o resto da vida indo para os mesmos lugares que você ia na adolescência? Acho que não, né?! Amigos são fundamentais nessa e em todas as mudanças necessárias para uma vida feliz, não que eles irão mudar tudo para você, mas irão colaborar diariamente unindo-se à você e realizando coisas novas sempre que possível para nunca deixar que a sua vida caia novamente na monotonia.

Devemos estar sempre atentos a todos os acontecimentos que nos cercam, pois assim iremos nos dar conta de quantas coisas diferentes nós podemos fazer e não fazemos por achar que somos incapazes, então, para mudar a rotina e transformar os dias iguais e comuns em dias especiais e felizes, mexa-se e faça sua parte enquanto aquele camarada lá de cima faz a dele nos dando desafios novos todos os dias para enfrentarmos e nos tornarmos pessoas mais felizes, maduras, confiantes, ou seja, completas.

Apresentando …

Março 23, 2006 por Bruno Mendes

Olá galerinha mais ou menos.

Eu sou o Bruno Mendes, tenho 20 anos, sou estudante de jornalismo, baterista de uma banda de Punk Rock e aspirante a roqueiro doidão. Sou um cara legal pra dedeu, bem tranquilão e que dá muito valor aos amigos verdadeiros. Sou viciado em música…se deixar passo horas ouvindo/tocando!!
Sou apaixonado por cinema, mas sou mais ainda por fotografia, se me der uma câmera eu não largo mais, mas calma, nada de egoshots, eu gosto mesmo é de fotografar!!

Tipo…
Segundo meu Orkut, eu sou 80% sexy. Ainda não entendi o que isso significa. Nem onde estão os 20% que me faltam. Talvez eu seja sexy da cabeça pra baixo ou então meus pés sejam uma bosta. Bom, de qualquer modo, fico feliz em ser, pelo menos, 80% aproveitável!

Segundo meu Orkut, sou 80% confiável. Portanto, cuidado comigo! Se você for contar seus segredos, conte-me apenas 80% deles. Caso contrário, você estará se arriscando sem necessidade. Afinal, meu Orkut já te avisou que 20% eu deixo escapar!

Segundo meu Orkut, sou 90% legal. Isso mesmo. Ainda não reparei direito, mas eu acho que eu sou legal, daí, do nada, tenho uma crise e fico chato pra dedeu. Tipo assim: você me conhece dai a gente conversa numa boa até uma determinada hora. Daê eu fico mó chato, num passe de mágica. Muito chato, chatão mesmo, afinal, eu sou apenas 80% legal. O resto do tempo não é garantido. Poutz, ainda bem que eu tenho o Orkut pra te explicar isso.

Segundo meu Orkut, eu tenho bem mais que 400 amigos. Na prática, bem menos (mas a qualidade é garantida, podem acreditar, mas se mesmo assim tiverem dúvidas, perguntem aos mais próximos!).

Segundo meu Orkut, eu tenho mais de 150 fãs. Na prática, são poucos os que me admiram….

Tudo isso está aqui como se números me descrevessem. Como se porcentagens me decifrassem. Não. Mas eu deixo. Afinal, é só o Orkut e é “legal” ser rotulado assim de vez em quando.

Mas é só zoeira, tá?! hehe
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